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DORES
- Palmilhas ortopédicas melhoram a qualidade de vida de todos que sofrem com dores nos pés, nos tornozelos, nos joelhos e nas costas devido à má postura ou a problemas nos pés e na pisada.
- A população brasileira diz sentir dores nos pés pelo menos algumas vezes. As mulheres sofrem duas vezes mais de dores nos pés que os homens.
- Os brasileiros dizem sentir dores nos joelhos. Esta dor também está altamente relacionada ao tipo de pé, cavos ou chatos, fale com seu médico.
- Palmilhas ortopédicas corrigem o alinhamento dos pés, dos tornozelos e dos joelhos reduzindo ou eliminando as dores. As palmilhas também redistribuem as pressões na planta dos pés. A pressão é reduzida nas áreas com dor.

IDOSOS
- Com o avanço da idade há um aumento na frequência de dores nos pés.
- O uso de palmilhas personalizadas confeccionadas sob medida ajuda a reposicionar a estrutura óssea e a compensar a fraqueza dos músculos e tendões. Seu uso reduz ou elimina as dores nos pés dos idosos, fale com seu médico.

ATLETAS E ESPORTISTAS
A população brasileira pratica algum tipo de esporte ou exercício físico. O uso de palmilhas ortopédicas personalizadas e confeccionadas sob medida reduz as lesões dos membros inferiores.

PESSOAS QUE TRABALHAM EM PÉ
- A frequência das dores aumenta sensivelmente de acordo com o número de horas trabalhadas em pé por dia:
- Pessoas que trabalham dez horas em pé diariamente sofrem duas vezes mais dores nos pés.
- Palmilhas ortopédicas personalizadas e confeccionadas sob medida são de grande ajuda para a redução e eliminação das dores nos pés desses trabalhadores, FALE COM SEU MÉDICO.

PÉS DIABÉTICOS
Diariamente, estas pessoas correm o risco de sofrer lesões que não saram, o uso de palmilhas ortopédicas personalizadas, confeccionadas sob medida e com contato total dos pés ajuda a redistribuir a pressão na planta dos pés e reduz a probabilidade de lesões, fale com seu médico.
Nossas palmilhas funcionam utilizando o princípio de contato total com os pés. No pé diabético, há pontos de alta pressão que podem desenvolver úlceras e feridas. Com o uso da palmilha, a carga desses pontos de alta pressão é redistribuída por todo o pé, reduzindo os pontos de maior suscetibilidade, FALE COM SEU MÉDICO.



ÓRTESES
A palavra órtese deriva do grego ortho, que significa reto; uma órtese ou ortótese, é um apoio ou dispositivo externo aplicado ao corpo para modificar os aspectos funcionais ou estruturais do sistema neuro músculo-esquelético para obtenção de alguma vantagem mecânica ou ortopédica. Refere-se aos aparelhos ou dispositivos ortopédicos de uso provisório ou não, destinados a alinhar, prevenir ou corrigir deformidades ou melhorar a função das partes móveis do corpo.

Diferenciam-se principalmente de uma prótese pelo fato de não substituir o órgão ou membro incapacitado. Às especialidades médicas com conhecimento sobre as órteses são; a Ortopedia, Fisiatria e Reumatologia, que são especialidades médicas que mais lidam com tais produtos no dia a dia, principalmente a Ortopedia e Fisiatria. Outras especialidades médicas também atuam no assunto, mesmo que focado na sua especialidade, como por exemplo, o Cirurgião Plástico com o emprego de malhas para as queimaduras, ou outras em casos de politraumatizados com perdas de substâncias de tecidos; o Neurocirurgião e o Cirurgião Oncológico além de saberem lidar com órteses cirúrgicas, tipo halos e outras, poderão precisar indicar colares, coletes, cintas...; também a Geriatria que lidando com pessoas idosas, precisa ter um conhecimento principalmente sobre os auxiliares de locomoção, porém alguns casos necessitam de determinados tipos de órteses.

TIPOS DE ÓRTESES
Podem classificar-se em quatro tipos conforme sua função:

  1. Estabilizadoras: Mantém uma posição e impedem movimento indesejado, o que dá a esse tipo, utilidade como correção de pé equino, fraturas e dores, e para diminuir a amplitude articular de um segmento inflamado ou doloroso.
  2. Funcionais: Também conhecidas de dinâmicas, são mais flexíveis, e permitem um movimento limitado.
  3. Corretoras: Indicadas para corrigir deformidades esquelética. Geralmente tem seu uso em idades infantis para corrigir membros em desenvolvimento.
  4. Protetoras: Mantém protegido um orgão afetado.

O uso de uma órtese pode ser:
Temporário – uso por um tempo determinado, quer seja por curto, médio ou longo prazo, mas que seguramente é sabido que será por tempo finito.
Definitivo – uso por tempo indeterminado, quando quase que seguramente será usada para sempre, considerando a etiologia e incapacidade.

Visando a coluna vertebral, de uma maneira geral quando é citado colete, nosso pensamento se direciona para uma órtese de consistência mais rígida como, por exemplo, confeccionada em metal (colete de Knight...) ou polipropileno (colete de Boston...). Quando citado cinta, imaginamos tratar-se de uma órtese mais maleável, com maior quantidade de tecido / brim, elástico, neoprene... (cinta de Putti para a região lombar / para gestante / abdômen em avental /hérnia abdominal...) e pouco material rígido ou semi-rígido, como na Cinta de Putti que tem 4 lâminas flexíveis posteriormente.

INDICAÇÃO / OBJETIVO DAS ÓRTESES

  • Estabilizar (articulação, pescoço, tronco, membros, mão, pé...)
  • Suportar / Sustentar (descarga de peso, cabeça, tronco, membros, mão, pé...)
  • Imobilizar (articulação, segmento corporal com fratura...)
  • Proporcionar descarga de peso (com segurança sobre um membro inferior em recuperação de fratura...)
  • Prevenir ou corrigir deformidade articular (atua para contenção ou mobilização progressiva...)
  • Auxiliar ou restaurar função de...(determinada AVD, ou de determinado segmento corporal...)
  • Proporcionar marcha / auxiliar na locomoção (KO, KAFO...)
  • Aliviar / abolir dor (após fraturas, na presença de lombalgia ou de cervicalgia aguda...)
  • Auxiliar / acelerar consolidação de fraturas (órteses de Sarmiento...)
  • Controlar movimentos involuntários (atetose, distonia... - “discutível”...)
  • Substituir / auxiliar função (através de tecnologia eletrônica, robótica...)

ÓRTESES: SIGLAS (em ordem alfabética)

  1. AFO = Ankle-Foot-Orthoses
  2. AO = Ankle Orthoses
  3. APRO = Anterior-Posterior-Rotational-Orthoses
  4. ARGO = Advanced Reciprocating Gait Orthoses
  5. EO = Elbow Orthoses
  6. EWHO = Elbow Wirst Hand Orthoses
  7. FESO = Functional Electrical Stimulation Orthoses
  8. FO = Foot Orthoses
  9. HKAFO ou HIP KAFO = Hip-Knee-Ankle-Foot-Orthoses
  10. HKAO = Hip-Knee-Ankle-Orthoses
  11. HO = Hand Orthoses
  12. KAFO = Knee-Ankle-Foot-Orthoses
  13. KO = Knee Orthoses
  14. SO = Shoulder Orthoses
  15. S.O.M.I. = Sternal-Occiptal-Mandibular-Immobilizer
  16. TBO = Trochanteric Belt Orthoses
  17. THKAFO = Thunk-Hip-Knee-Ankle-Foot-Orthoses
  18. WHO = Wrist Hand Orthoses
  19. WO = Wrist Orthoses

SINONÍMIA

  1. Colete = “Brace”
  2. Órtese curta para MI = Tutor curto = AFO.
  3. Órtese longa para MI = Tutor longo = KAFO.
  4. Órtese longa para MMII acoplada (ou não) em cinta pélvica ou colete, com articulações nos quadris, joelhos e tornozelo = HKAO
  5. Órtese longa para MMII acoplada (ou não) em cinta pélvica ou colete, com articulações nos quadris e joelhos =HIP KAFO ou HKAFO.
  6. Órtese tipo “Knee Brace” = Órtese para estabilização do joelho = KO.
  7. “Splint” = tala (mais direcionadas para MMSS - dedos, mão, punho, antebraço...)

CLASSIFICAÇÃO DAS ÓRTESES

  1. Estáticas
  2. Dinâmicas (também denominadas Funcionais).
  3. Estática-dinâmicas mecânicas (ou mistas).
  4. Exoenergética (eletrônica / biônica / robótica...)

ÓRTESES PARA A COLUNA VERTEBRAL VISANDO:

  1. HCO = Head Cervical Orthoses - Órtese para cabeça e região cervical.
  2. CO = Cervical Orthoses - Órtese para região cervical.
  3. HCTO = Head Cervical Thoracic Orthoses - Órtese para cabeça, região cervical e torácica.
  4. CTO = Cervical Thoracic Orthoses - Órtese para região cervical e torácica.
  5. CTLO = Cervical Thoracic Lumbar Órthoses - Órtese para região cervical, torácica e lombar.
  6. CTLSO = Cervical Thoracic Lumbar Sacral Orthoses - Órtese para região cervical, torácica,lombar e sacra.
  7. TO = Thoracic Orthoses - Órtese para região torácica.
  8. TLO = Thoracic Lumbar Orthoses - Órtese para região torácica e lombar.
  9. TLSO = Thoracic Lumbar Sacral Orthoses - Órtese para região torácica, lombar e sacra.
  10. LSO = Lumbar Sacral Orthoses - Órtese para região lombar e sacra.
  11. HCTLO = Head Cervical Thoracic Lumbar Orthoses - Órtese para cabeça, região cervical,torácica e lombar.
  12. HCTLSO = Head Cervical Thoracic Lumbar Sacral Orthoses - Órtese para cabeça, e região cervical,torácica, lombar e sacra.
  13. SIO = Sacroiliac Orthoses - Órtese para região sacro-ilíaca.

ÓRTESES PARA MEMBROS SUPERIORES VISANDO:

  1. Cintura escapular / ombro
  2. Braço
  3. Braço, cotovelo e antebraço
  4. Cotovelo
  5. Antebraço
  6. Antebraço, punho e mão
  7. Punho
  8. Mão / dedos
  9. Dedo

  10. SO = Shoulder Orthoses - Órtese para ombro.
    EWHO = Elbow Wirst Hand Orthoses - Órtese para cotovelo, punho e mão.
    EO = Elbow Orthoses - Órtese para cotovelo.
    WHO = Wrist Hand Orthoses - Órtese para punho e mão.
    WO = Wrist Orthoses - Órtese para punho.
    HO = Hand Orthoses - Órtese para mão.

ÓRTESES PARA PELVE / MEMBROS INFERIORES VISANDO:

  1. Tronco, quadril, pelve e MMII
  2. Quadril e pelve
  3. Coxa
  4. Joelho
  5. Perna
  6. Perna, tornozelo e pé
  7. Tornozelo e pé

THKAFO = Trunk Hip Knee Ankle Foot Orthoses - Órtese para tronco, quadril, joelho, tornozelo e pé
HKAFO = Hip Knee Ankle Foot Orthoses - Órtese para quadril, joelho, tornozelo e pé.
HKAO = Hip Knee Ankle Orthoses - Órtese para quadril, joelho e tornozelo.
HO = Hip Orthoses - Órtese para quadril.
TBO = Trochanteric Belt Orthoses - Cinto Trocanteriano
KAFO = Knee Ankle Foot Orthoses - Órtese para joelho, tornozelo e pé.
KO = Knee Orthoses - Órtese para joelho.
AFO = Ankle Foot Orthoses - Órtese para tornozelo e pé.
AO = Ankle Orthoses - Órtese para tornozelo.
FO = Foot Orthoses - Órtese para pé.

CINTA DE PUTTI:
Pode ser longa (TLSO), ou curta (LSO). Indicação para dor dorso-lombar, no período pós-operatório na coluna vertebral dorsal inferior ou lombar, em hérnia-discal sintomática; em osteoporose grave principalmente quando há achatamento de corpos vertebrais. Outros tipos de cintas podem ser usados para contenção de “abdômen em avental”, em “obesos” com grande abaulamento do abdômen, ou para a contenção de grande “herniação” entre os retos abdominais ou umbilical, principalmente para aqueles que por causas clínicas ou de elevada faixa etária, não poderão ser submetido ao tratamento cirúrgico. Atualmente, a grande maioria das órteses, são pré-fabricadas em tamanhos diversos como P,M,G ou GG, por isso é interessante fazer a prova ao adquirir. Há situações em que, ou pela obesidade, ou natureza da deformidade, não é possível o uso das pré-fabricadas; nesses casos o ortesista toma as medidas circunferênciais ou longitudinais da pessoa, e confecciona o produto.

CO - Colar Cervical
Pode ser rígido (fabricado em plástico, alguns com peças metálicas), ou macio (em espuma ou termoplástico flexível). Colares cervical pode ser com ou sem apoio mentoniano, desde já mostrando a importância da clínica do caso, o que significa dizer que a clínica é prioridade para gerar uma prescrição, e não o inverso.

HCO Philadelphia - Queen Anne
Com apoio (ou suporte) mentoniano e occipital, é um colar rígido, em plástico que proporciona maior controle da mobilidade occipital do que a CO; restringe a flexão atlanto-occipital e atlanto-axial, sem limitar a extensão. Philadelphia, em espuma / plastazote, bivalvado, reforçado com estrutura plástica, restringe a flexão cervical brusca, e a extensão em 30%.

HCTO
É relevante entre essas, ressaltar o SOMI (Sternal-Occipital-Mandibular-Immobilizer), por ser uma órtese que dá boa imobilização da região cervical, de vez que apóia-se firmemente sobre o esterno na face anterior do tórax, sob a base mentoniana e posteriormente sobre a região occipital. O SOMI tem uma característica de adaptação para modificações acrescentando hastes, que podem inclusive transformá-lo em uma Órtese TLSO.

OColar Minerva tem o objetivo de imobilizar a cabeça, coluna cervical e articulação cérvico torácica.

ÓRTESES para DEFORMIDADES NA COLUNA VERTEBRAL, são indicadas principalmente na constatação de: escoliose / hiper ou hipo-cifose / hper ou hipo-lordose / “peito de pombo” / “peito de sapateiro...” Várias são as causas comprovadas de algum tipo de deformidade na coluna vertebral: congênita, anomalia de uma ou mais vértebras... / traumática / inflamação, infecção (tuberculose óssea vertebral) / enfermidade neuromuscular /neurofibromatose / espondilite anquilosante / desordens metabólicas do tecido conjuntivo / espondilolistese /osteoporose, osteoartrose grave... Lembrar que a maioria das Escolioses idiopáticas têm causas “desconhecidas”. Na realidade, a história sobre o tratamento conservador da Escoliose tem dois tempos distintos: antes do Colete Milwaukee e depois do Colete Milwaukee, que foi criado em 1945 por Dr. Walter P. Blount e Dr. Albert Schmidt. Em 1966, a Sociedade Científica dos estudos sobre Escoliose adotou o método de mensuração angular de Cobb.

CTLSO - Colete Milwaukee - indicado principalmente para escoliose, hipercifose torácica, enfermidade de Scheuermann, para curvaturas até no máximo com 40º, em jovens. Em síntese é uma órtese que alcança a região cervical; o suporte mentoniano que inicialmente estava presente, na atualidade foi recomendado retirá-lo; e chega a envolver toda a pelve. É confeccionado por termoplástico (moldado sobre a pelve), hastes de metal, couro ou velcron e almofadas. A importância das almofadas é significativa, dependendo do posicionamento delas no aparelho; a coluna vertebral ficará bem, ou menos ereta quando com a órtese.

Almofadas: lombar, para as curvas da coluna lombar - oval, para curvas no nível tóraco-lombar - em “L” para curvas no meio da coluna torácica ou um pouco mais acima. Aconselhamos que ao prescrever um colete Milwaukee, envie à Oficina Ortopédica, juntamente com sua prescrição, a radiografia em ortostatismo e em AP e Perfil da coluna torácica e lombar, para que o ortesista possa posicionar corretamente as almofadas; outra recomendação é para que após o paciente estar com o aparelho, fazer nova radiografia (com o colete) nas mesmas incidências, para que você tenha certeza absoluta do posicionamento das almofadas, e conseguintemente da eficiência do efeito mecânico da órtese. Tratando-se de hipercifose torácica, o RX em Perfil é fundamental para saber se a pressão do suporte dorsal está bem posicionada sobre o ápice da curvatura. Lembramos que a recomendação de fazer RX com a órtese, não é exclusiva do Colete Milwaukee.

TO - Espaldeira para correção postural. Órtese dinâmica de compressão torácica (Compressor Dinâmico do Tórax - CDT) visa o tratamento conservador da deformidade anterior na caixa torácica, como por exemplo, o Pectus. O CDT é uma órtese que faz compressão contínua no sentido ântero-posterior da caixa torácica, e remodela a deformidade para uma estrutura anatômica compatível com a normalidade. As deformidades anteriores da caixa torácica são conhecidas com a denominação de Pectus carinatum - Pectus excavatum - em português “Peito de pombo” / “Peito ou Tórax em quilha” - “Peito escavado” / “Peito de sapateiro”.

Faixa torácica em elástico ou neoprene, para uso após contusão / traumatismo no tórax. Imobilizador em “8” para tratamento de fratura de clavícula.

TLSO - Colete de Boston - confeccionado em termoplástico (polipropileno) usualmente com 3mm de espessura, está indicado para controle da escoliose dorso-lombar (abaixo de T8 – oitava vértebra torácica), e da coluna lombar. Em curvaturas na região torácica acima de T8 e em curvaturas duplas (na região torácica e lombar), a recomendação é para o uso do Colete Milwaukee.

Colete TLSO bivalvado, também denominado por alguns autores como “Colete de Boston bivalvado”, moldado e fabricado em polipropileno, que embora possa ser usado para deformidades na coluna torácica ou lombar superior, tem indicação mais eficiente em traumas (fraturas ou pós-cirurgias) na referida região. Os coletes (TLSO) são opções de escolha para escoliose idiopática (dependendo do local da(s) curvatura(s); para as denominadas “Escoliose Neuromuscular”; para suporte de deformidades da coluna vertebral em enfermidades como a Distrofia Muscular Progressiva (DMP).

Colete / Jaqueta de Risser, para escoliose, confeccionado sob medida.

Colete (TLSO) de Williams permite a flexão da coluna lombar, mas limita a extensão, tem também indicação para casos com hiperlordose, daí ser conhecido também com a denominação do “Colete para Lordose tipo Williams”;

O Colete Taylor é rígido, denominado como o protótipo TLSO, verdadeira órtese tóraco- lombar hiperextensora que restringe os movimentos das articulações toraco-lombo-sacras, principalmente a flexão e extensão. Além do uso pós fraturas na região onde o Taylor abrange, é indicado também na Doença de Pott.

O Colete de Jewett é uma TLSO planejada com três principais pontos de pressão sobre o tronco, 2 pontos anteriores e um posterior: 1. Parte superior do esterno 2. Região supra-pubica 3. sobre coluna torácica na transição mediana co inferior. Restringe a flexão da coluna torácica e lombar. Órtese leve, atualmente pré-fabricada, vazada, portanto não causa o desconforto do calor, bem indicada aos casos de Osteoporose grave com colapso de corpos vertebrais.

O Colete LSO de Knight, é o mais usado entre os demais do tipo KNIGHT, como o Knight TLSO e o TLSO Knight-Taylor, que é uma órtese composta por elementos dos coletes Knight e Taylor. Qualquer Knight, sempre é uma órtese rígida, com 2 hastes metálicas laterais e 2 posteriormente, e 2 bandas (uma inferior ou pélvica e outra superior ou dorsal inferior), tem como objetivo restringir a flexão, extensão e mobilidade lateral da coluna lombar.

Em breve...
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